Hub no Porto do Pecém: Rota para a Ásia trará mais de 30 mil contêineres

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Porto do Pecém será o novo hub para contêineres da empresa dinamarquesa Maersk Line.

 

contêineres no porto do pecém

O Porto do Pecém continua sendo alvo das maiores operadoras de cargas do globo e, a partir de abril deste ano, quando a Maersk Line inicia a operação entre Brasil e Cingapura, a expectativa é que mais de 30 mil contêineres comecem a ser movimentados no Ceará. Com isso, o Porto do Pecém estará conectado com os principais destinos da Ásia: Cingapura, China, Hong-Kong, Coréia do Sul, além de Colômbia e Caribe.

 

As oportunidades de aprofundar a influência do porto cearense no transporte de cargas internacionais devem surgir a partir desta nova rota, mas já no que diz respeito à cabotagem (transporte de cargas entre os portos de um mesmo país) deve haver um incremento de 600 contêineres por semana somente para Manaus (AM).

 

É o que se espera a partir do resultado da estratégia de ampliação da dinamarquesa Maersk Line, após a aquisição da Hámburg Süd, finalizada em novembro do ano passado e pela qual a empresa espera fortalecer a posição da companhia na América Latina e Oceania.

 

Consolidação como Hub

 

“Estamos começando a assumir o papel de hub de verdade. Essa nova linha é um estímulo aos negócios, já que as empresas ganham na redução no tempo de transporte e nos custos. Vamos ter uma linha direto para a Ásia, sobretudo para as principais cidades da China e porto de Cingapura (segundo maior porto de cargas do mundo), via canal do Panamá. Será um serviço único e por isso tão importante”, afirma Danilo Serpa, presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém – CIPP (antiga Cearáportos).

 

O executivo destaca ainda a importância do Pecém para o Norte e Nordeste, uma vez que servirá de distribuidor e concentrador de cargas regionais que vão para o exterior e as cargas internacionais com destino à essas duas regiões.

 

Essa conexão fortalece o posicionamento do Porto do Pecém dentro da estratégia montada pelo governo cearense, uma vez que o equipamento é um dos principais ativos do Estado.

 

“Com o ganho da produtividade, conseguimos reduzir o tempo que o navio fica atracado no Porto, melhoramos as conexões de transbordo com os nossos navios de Cabotagem e consequentemente melhoramos o fluxo de nossos clientes”, completa Danilo Serpa.

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